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Gráfico de barras com a proposta do Fundo de Solidariedade da UE: Portugal 261 milhões, Espanha 149, Itália 74,8 e Malta 3,72
Notícias 19 de setembro de 2026

Dos 489 milhões propostos por Bruxelas, 261 são para Portugal (e 65 já chegaram)

A Comissão Europeia propôs a 17 de setembro mobilizar 489 milhões do Fundo de Solidariedade pelas tempestades de janeiro e fevereiro. Portugal leva a maior fatia de todas. O adiantamento de 65,37 milhões pago em julho é, para já, a única parte que não depende de um voto.

A Comissão Europeia propôs a 17 de setembro mobilizar 489 milhões de euros do Fundo de Solidariedade para as tempestades que atravessaram o sul da Europa no início do ano. Portugal fica com 261 milhões. É mais do que a Espanha, a Itália e Malta juntas, que dividem os restantes 227.

A proporção não é um acaso diplomático. Entre 22 de janeiro e 15 de fevereiro, o país apanhou uma sequência de tempestades invulgarmente intensas: vento forte, agitação marítima, chuva concentrada, cheias e deslizamentos de terra. Morreram 18 pessoas. Serviços essenciais ficaram em baixo durante dias em várias zonas do país.

O que este dinheiro paga, e o que não paga

O Fundo de Solidariedade não é um seguro. Serve operações de emergência e de recuperação: reconstruir infraestruturas de transporte, repor serviços essenciais, pôr de pé aquilo que o Estado tem de manter a funcionar. Estradas, pontes, água, eletricidade, telecomunicações. Quem perdeu o carro na garagem ou teve a casa alagada não é pago por aqui.

É por isso que esta verba se soma, e não substitui, ao dinheiro nacional. O Governo já reforçou para 80 milhões de euros o programa Territórios Resilientes, criado para as mesmas cheias de janeiro e fevereiro, e é esse programa que trata das margens, dos taludes e dos passadiços concelho a concelho.

Os 65 milhões que já foram pagos

Há uma parte da história que se perdeu no número grande. A 23 de julho, a Comissão aprovou adiantamentos de 103,6 milhões de euros a Malta, Portugal e Espanha, depois de a avaliação técnica confirmar que os critérios de acesso ao fundo estavam cumpridos. Portugal recebeu 65,37 milhões. Espanha, 37,26. Malta, 931 014 euros.

Ou seja: dos 261 milhões que a Comissão agora propõe, 65,37 já estão pagos. A conta é nossa e é simples de fazer com os dois documentos oficiais em cima da mesa: sobram cerca de 195,6 milhões de euros para Portugal, e essa parte ainda não está garantida.

Falta o Parlamento Europeu e o Conselho

A proposta da Comissão tem de ser aprovada pelo Parlamento Europeu e pelo Conselho. Só depois é que a Comissão adota a decisão de execução que liberta o saldo. Feitas as contas aos adiantamentos, a própria Comissão diz que ficam por pagar 385,6 milhões aos quatro Estados-membros, e avisa que os pagamentos finais dependem das disponibilidades orçamentais.

Não é uma formalidade sem consequências. Entre uma proposta em setembro e um voto que a confirme podem passar meses, e as obras que este dinheiro financia não esperam por Bruxelas para começar.

O fundo existe desde 2002 e já distribuiu mais de 11 mil milhões de euros por 148 catástrofes, 128 delas naturais e 20 emergências de saúde, em 25 Estados-membros e seis países candidatos. Portugal já foi por várias vezes a esta porta. A diferença, desta vez, é a dimensão da fatia.

Por Marta Carneiro

Gráfico: Tugadaily · Dados: Comissão Europeia

Composição do Metro do Porto a sair da estação do IPO, vista de cima
Notícias 26 de setembro de 2026

O Metro do Porto vai chegar à Trofa (mas a partir do Muro é de autocarro)

O Governo aprovou 421 milhões para as linhas de Gondomar e da Trofa. Na da Trofa, só duas das nove estações são de metro: as outras sete são servidas por metrobus, com transbordo no Muro.

O Conselho de Ministros aprovou na quinta-feira 421 milhões de euros para duas novas linhas do Metro do Porto, uma para Gondomar e outra para a Trofa. O comunicado do Governo não faz a distinção. Na linha da Trofa, porém, o metro só chega à segunda estação: a partir do Muro, a viagem segue de autocarro elétrico. A linha de Gondomar é a mais convencional. São cerca de sete quilómetros e nove estações entre o Estádio do Dragão e o Souto, no centro de…

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Vista aérea sobre Barrô, no concelho de Resende, com as encostas de mato e socalcos a descer até ao rio Douro
Notícias 25 de setembro de 2026

Bombeira de 24 anos morre a combater incêndio em Resende

Maria João Carneiro, voluntária dos Bombeiros de Resende, foi atingida pela queda de uma árvore durante o combate a um fogo em Barrô e morreu horas depois no Hospital de Lamego. É a segunda morte de um bombeiro em serviço este ano.

Maria João Carneiro, bombeira voluntária de 24 anos, morreu na madrugada desta sexta-feira, depois de ter sido atingida pela queda de uma árvore enquanto combatia um incêndio em Barrô, no concelho de Resende, distrito de Viseu. Foi retirada do local ainda com vida e transportada para o Hospital de Lamego, onde viria a morrer horas depois. Pertencia aos Bombeiros Voluntários de Resende. O fogo, numa zona de mato, deflagrou às 20h36 de quinta-feira e está…

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Gráfico de barras Tugadaily com as consultas por gripe nos centros de saúde entre 1 e 18 de setembro: 408 em 2022, 700 em 2023, 727 em 2024, 918 em 2025 e 1.028 em 2026
Notícias 20 de setembro de 2026

Os centros de saúde já fizeram 1.028 consultas por gripe este setembro. Em dez anos, nunca foram tantas

Contámos, dia a dia, os registos que o SNS publica desde 2016. Entre 1 e 18 de setembro houve 1.028 consultas por gripe nos cuidados de saúde primários, mais 12% do que no ano passado e o valor mais alto da série. A época da gripe, essa, só costuma arrancar em novembro.

Entre 1 e 18 de setembro, os centros de saúde portugueses fizeram 1.028 consultas por gripe. É o valor mais alto para esta janela em dez setembros de registo diário: foram 918 no ano passado, 727 em 2024, 700 em 2023 e apenas 519 em 2019, no último outono antes da pandemia. Quase o dobro. Ninguém publicou este número porque ninguém o calculou. Os dados estão abertos há anos, atualizados quase todos os dias, e ficam à espera de que alguém os some. Fomos ao…

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Gráfico de barras Tugadaily com o efetivo previsto no DECIR 2026: 15.149 operacionais até 30 de setembro, 12.866 de 1 a 15 de outubro, 9.964 de 16 a 31 de outubro e 9.493 no resto do ano
Notícias 20 de setembro de 2026

O fogo de Poiares e Arganil está em resolução. O dispositivo que o combateu perde 2.283 operacionais a 1 de outubro

Três focos juntaram-se numa só frente no sábado e chegaram a ocupar 806 operacionais, 260 viaturas e 15 meios aéreos. Três bombeiros ficaram feridos com gravidade ligeira. A fase máxima do DECIR 2026 acaba a 30 de setembro.

O incêndio que no sábado juntou Vila Nova de Poiares, Arganil e Góis numa só frente está em resolução desde as 00h45 de domingo. Ficaram no terreno mais de 300 operacionais, à espera de reacendimentos, que é sempre a parte silenciosa destas noites. Começou com três focos. Dois deflagraram muito perto um do outro em Sabouga, na freguesia de Lavegadas, em Vila Nova de Poiares, com alerta pelas 13h40; o terceiro tinha sido registado cinco minutos antes na…

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Fachada do Paço Ducal de Vila Viçosa vista do Terreiro do Paço, com a estátua equestre de D. João IV
Notícias 19 de setembro de 2026

A decisão da UNESCO sobre Vila Viçosa fica para Istambul, em 2027

O processo nacional abriu em agosto de 2018 e mudou de nome esta semana: o conjunto passa a chamar-se Vila Viçosa, Sede Ducal. A câmara quer a classificação como Monumento Nacional fechada até dezembro, muito antes de o comité do património mundial voltar a reunir-se.

Vila Viçosa tem duas candidaturas a decorrer ao mesmo tempo, e só uma delas depende de Paris. A confusão entre as duas é fácil de fazer, e vale a pena desfazê-la, porque os prazos são muito diferentes. A primeira é a classificação nacional. Corre desde agosto de 2018, e esta semana mudou de nome: o Anúncio n.º 248/2026, publicado a 16 de setembro em Diário da República, altera a abertura do procedimento, redefine a zona especial de proteção provisória e…

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Miradouro sobre a costa das Manadas, na ilha de São Jorge, com o canal e a ilha do Pico ao fundo
Notícias 19 de setembro de 2026

Três sistemas vulcânicos açorianos continuam em alerta V1 depois de as Furnas descerem para V0

O alerta das Furnas durava oito dias e caducou. Voltámos à página do CIVISA e contámos outra vez: ficam Santa Bárbara e o sistema fissural oeste da Terceira, em V1 desde julho, e as Manadas, em São Jorge, em V1 desde março de 2024.

O vulcão das Furnas voltou a V0. A classificação que o CIVISA lhe atribuiu a 8 de setembro era válida por oito dias e não foi renovada, o que devolve o sistema de São Miguel ao estado de repouso em que passa a esmagadora maioria do tempo. O que nos interessa aqui não é o anúncio, que a imprensa regional já deu. É a conta. Quando as Furnas subiram, fomos contar as entradas da página de alertas do CIVISA e encontrámos quatro sistemas vulcânicos açorianos…

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Gráfico do IPMA que cruza o desvio de temperatura com a percentagem de precipitação de cada agosto desde 1931, com agosto de 2026 assinalado a cinzento no lado mais chuvoso
Notícias 19 de setembro de 2026

A Europa Ocidental teve o verão mais quente de sempre. Em Portugal, agosto foi o quinto mais chuvoso desde 1931

O boletim do IPMA já saiu e responde à pergunta que tinha ficado no ar. A média de agosto em Portugal continental ficou 0,16 graus acima do normal, a temperatura máxima ficou abaixo, e choveu mais de duas vezes e meia o habitual.

Ficámos com uma pergunta em aberto há dez dias. O Copernicus tinha acabado de dar à Europa Ocidental o verão mais quente desde que há registo, com 2,54 graus acima da média de 1991-2020, e Portugal — que está dentro da caixa geográfica que produziu esse recorde — não aparecia em lado nenhum da lista. Faltava o boletim nacional que explicasse a ausência. Já saiu. A resposta é quase decepcionante de tão simples: em agosto, aqui, esteve normal. O valor médio…

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Folhas de louro secas dispostas em círculo sobre um pano branco
Notícias 18 de setembro de 2026

Vender louro prensado como se fosse droga é crime? Ainda não, mas o Governo quer mudar isso

O ministro da Administração Interna anunciou esta sexta-feira que o Governo prepara uma alteração legislativa que cria um tipo próprio de burla, como crime público, para a venda de substâncias vendidas como estupefacientes sem o serem.

Quem já passou pela Baixa de Lisboa ao fim da tarde conhece a abordagem. Alguém se encosta, oferece haxixe em voz baixa e, na esmagadora maioria dos casos, o que tem na mão é louro prensado — folha de louro comprimida, vendida a turistas pelo preço de uma droga que não é. Hoje isso não é crime. É, no máximo, uma contraordenação por venda ambulante sem licença, o que explica por que razão a polícia identifica, multa e vê a mesma pessoa de volta na mesma…

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Seringa pré-cheia rotulada como vacina contra a gripe, dose de 0,5 ml para administração intramuscular
Notícias 17 de setembro de 2026

Tem filhos entre os 2 e os 4 anos? A vacina da gripe passa a ser gratuita

A campanha sazonal 2026-2027 arranca a 30 de setembro nas unidades do SNS, farmácias aderentes e outros locais de vacinação. A gripe gratuita alarga-se às crianças dos 2 aos 4 anos, e a recomendação da covid-19 sobe dos 60 para os 70.

Já há data. A Campanha de Vacinação Sazonal de outono-inverno arranca a 30 de setembro, nas unidades do Serviço Nacional de Saúde, nas farmácias comunitárias aderentes e nos restantes locais de vacinação. As normas que fixam quem tem direito a quê saíram esta semana, depois de semanas em que a data não existia e o calendário andava a ser adivinhado a partir do ano passado.

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Gráfico de barras Tugadaily comparando as 37.134 assinaturas da petição a 15 de setembro, as 34.211 à data de entrada e o mínimo legal de 7.500
Notícias 17 de setembro de 2026

Quantas assinaturas faltam para o Parlamento debater o fim do sistema Volta? Nenhuma

A petição pelo fim do sistema de depósito e reembolso deu entrada na Assembleia a 15 de agosto com 34.211 assinaturas, quando o mínimo legal para ir a plenário são 7.500. Um mês depois vai em 37.134 e continua na Comissão de Ambiente e Energia, à espera de ser admitida.

A petição que pede o fim do sistema Volta tem 37.134 assinaturas. É o número que correu a imprensa esta semana, e é um número grande. Só que não é o número que decide nada. Para uma petição ser apreciada em plenário, a lei do exercício do direito de petição exige um mínimo de 7.500 subscritores. Quando esta deu entrada na Assembleia da República, a 15 de agosto, já levava 34.211 — quatro vezes e meia o que precisava. As 2.923 assinaturas somadas desde…

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A grande abertura oval do edifício da Fundação Champalimaud, em Belém, com o Tejo e a margem sul enquadrados pelo vão
Notícias 16 de setembro de 2026

O maior prémio do mundo na área da visão é português. Este ano foi para quem devolveu alguma visão a doentes cegos

Botond Roska e José-Alain Sahel receberam o Prémio António Champalimaud de Visão 2026, no valor de um milhão de euros. Distingue duas décadas de trabalho em terapias optogenéticas, que tornam sensíveis à luz células da retina que sobreviveram à doença.

Há um prémio científico de um milhão de euros que sai de Lisboa todos os anos e que é o maior do mundo na sua área. Chama-se Prémio António Champalimaud de Visão, é atribuído pela Fundação Champalimaud, e a edição de 2026 já tem vencedores: Botond Roska e José-Alain Sahel. Roska é neurocientista e um dos diretores fundadores do Institute of Molecular and Clinical Ophthalmology, em Basileia. Sahel é oftalmologista e clínico-investigador, na Universidade de…

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A Rua Augusta vista ao nível da calçada, com as fachadas pombalinas dos dois lados e um retratista de rua instalado a meio da artéria
Notícias 16 de setembro de 2026

Cinco semanas depois dos tiros na Rua Augusta, três suspeitos entregaram-se à Polícia Judiciária

A investigação ao disparo que atingiu uma turista sueca de 42 anos a 10 de agosto mudou de mãos e de enquadramento. Os três homens procurados pela PJ apresentaram-se na terça-feira e estavam a ser interrogados ao final da noite, por tentativa de homicídio.

Os três homens procurados pela Polícia Judiciária no caso dos disparos da Rua Augusta apresentaram-se às autoridades na terça-feira. Ao final da noite estavam a ser interrogados. O crime que lhes é imputado é tentativa de homicídio. A investigação tinha-os identificado durante o dia. Uma operação de buscas de manhã não os encontrou, e a PJ obteve dos advogados de defesa o compromisso de que os três se entregariam até ao fim do dia — o que veio a acontecer.

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Porta-contentores atracado no porto de Salalah, em Omã, com gruas de pórtico e as montanhas do Dhofar ao fundo
Notícias 16 de setembro de 2026

A Arábia Saudita travou a reunião de Salalah sobre o Estreito de Ormuz

O encontro entre o Irão, o Iraque e os países do Golfo estava marcado para segunda-feira. Foi adiado na véspera, sem nova data, depois de Riade apresentar emendas à proposta que Teerão e Mascate já tinham fechado.

A reunião que devia desenhar corredores de navegação no Estreito de Ormuz não chegou a acontecer. Estava marcada para segunda-feira, na cidade portuária de Salalah, no sul de Omã, e foi adiada no domingo à noite. Sem nova data. O anúncio veio do próprio anfitrião. O Ministério dos Negócios Estrangeiros de Omã comunicou o adiamento do encontro regional de Salalah, invocando a necessidade de criar as condições certas para um diálogo construtivo, e o chefe…

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Gráfico de barras com a proporção da população com 50 ou mais anos que fez uma colonoscopia nos dez anos anteriores, por nível de escolaridade, em 2025
Notícias 15 de setembro de 2026

Quem não andou na escola mede mais a tensão arterial e faz menos colonoscopias

No Inquérito Nacional de Saúde de 2025, 80,2% de quem não tem escolaridade mediu a tensão no último ano, mais do que qualquer outro nível de escolaridade. Na colonoscopia esse mesmo grupo fica-se por 37,3%, contra 55,9% de quem tem um curso superior.

O INE publicou esta terça-feira mais um recorte do Inquérito Nacional de Saúde de 2025, desta vez sobre acesso a cuidados de saúde. O número que dá o título ao documento é este: 51,4% das pessoas com 50 ou mais anos disseram ter feito uma colonoscopia nos dez anos anteriores. Pouco mais de metade. Mas o que salta à vista quando se lê a tabela toda não é a média. É a forma como ela se parte por escolaridade, e o facto de se partir ao contrário do que seria…

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