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A sede da Sony Interactive Entertainment iluminada à noite, com o letreiro Sony no topo do edifício e o logótipo da PlayStation no muro em frente.
Tecnologia 1 de setembro de 2026

Se comprou um jogo digital, isto é o que a lei europeia lhe dá (e o que a Sony diz em tribunal)

A Sony argumenta perante um tribunal da Califórnia que nenhum consumidor razoável se julga dono dos jogos que compra na PS Store. Deste lado do Atlântico a Comissão Europeia já respondeu a uma pergunta diferente, e a resposta também não foi a que 1,29 milhões de pessoas pediram.

O botão diz comprar. O contrato diz licenciar. Durante vinte anos ninguém se importou muito com a diferença, e agora ela está em dois sítios ao mesmo tempo: num tribunal federal da Califórnia e num documento da Comissão Europeia.

Comecemos pelo tribunal. Quatro jogadores processaram a Sony Interactive Entertainment em junho, alegando que a PS Store viola uma lei californiana em vigor desde o início de 2025 que proíbe anunciar conteúdos digitais como uma compra quando o que se transmite é apenas uma licença revogável. A Sony respondeu a 21 de agosto, e a resposta é mais interessante do que o processo: nenhum consumidor razoável seria induzido em erro, porque o acordo de licença de software diz, em letra bem visível, que o software é licenciado e não vendido.

É uma defesa que assenta inteiramente naquilo que os juristas chamam expectativa do consumidor. Se toda a gente já sabe, não houve engano.

E do lado de cá?

A pergunta europeia nunca foi bem essa. Aqui a discussão foi levantada por uma iniciativa de cidadania, a Stop Destroying Videogames, que juntou mais de 1,29 milhões de assinaturas validadas e passou os limiares mínimos em 24 Estados-membros. O que pedia não era o direito de propriedade sobre o ficheiro. Era que uma editora não pudesse desligar remotamente um jogo já vendido e deixá-lo inutilizável.

A Comissão Europeia respondeu a 16 de junho e disse que não. Não propõe, nesta fase, uma obrigação legal de manter os jogos jogáveis depois de deixarem de ser comercializados. Invocou direitos de propriedade intelectual, informação comercial confidencial, custos para as editoras e o risco de segurança de manter servidores sem atualizações. Em vez de lei, prometeu abrir até ao fim de 2026 uma conversa com a indústria e com as associações de consumidores para desenhar um código de conduta sobre fim de vida dos jogos.

Código de conduta é linguagem de adesão voluntária. Quem assinou a iniciativa leu isso como aquilo que é.

O que dá a lei portuguesa a quem compra um jogo digital?

Fica então a lei geral do consumo, que não trata de propriedade mas de conformidade. Os direitos do consumidor no fornecimento de conteúdos e serviços digitais estão no Decreto-Lei n.º 84/2021, que transpôs a diretiva europeia sobre a matéria.

Na prática, o que isso lhe dá é isto: o conteúdo tem de corresponder ao que foi contratado e ao que seria razoável esperar, e se não corresponder pode exigir a reposição da conformidade, a redução do preço ou a resolução do contrato. Num fornecimento único, o vendedor responde durante dois anos. Num fornecimento contínuo, responde enquanto o contrato durar.

Repare no que não está lá. Nada disto lhe garante que o jogo continua a funcionar dentro de dez anos, nem que a conta que o guarda continua a existir. É por isso que a Sony pode dizer o que diz em tribunal, e é por isso que a caixa que a partir de 2028 passa a chegar às lojas sem disco lá dentro muda mais do que parece — o disco era a última parte da compra que não dependia de um servidor. A regulação europeia do digital tem sido rápida a proteger menores e a moderar plataformas, como se viu quando o Conselho Constitucional francês chumbou a lei dos 15 anos; no que toca a saber de quem é a biblioteca que comprou, continua a ser uma pergunta em aberto.

Por Oliver Grant

Imagem: Coolcaesar / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Três engenheiros debruçados sobre um portátil junto a um braço robótico industrial numa oficina
Tecnologia 26 de setembro de 2026

O Governo quer ensinar IA a 100 mil trabalhadores de PME. Começa em outubro, numa fábrica de moldes da Marinha Grande

O primeiro piloto arranca em outubro em Leiria, com cerca de 100 trabalhadores, e um segundo testa a IA em cinco ou seis fábricas de moldes da Marinha Grande. A meta nacional é 100 mil trabalhadores de PME, apoiada por mais de 400 milhões de euros já distribuídos pelo IFIC e outros 800 milhões reprogramados do PRR.

Portugal já tinha um plano de 400 milhões de euros para a inteligência artificial, anunciado em junho. O que faltava era uma data e um endereço. Agora tem os dois. O ministro da Economia e da Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida, disse ao Parlamento que o objetivo é formar 100 mil trabalhadores de pequenas e médias empresas em inteligência artificial — e que o primeiro piloto arranca já em outubro, na região de Leiria, com cerca de 100 trabalhadores…

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Um drone StormShroud da Tekever, com as insígnias da Royal Air Force, montado sobre uma caixa de transporte antes do lançamento
Tecnologia 25 de setembro de 2026

TEKEVER vale 6,4 mil milhões de dólares depois de angariar mais 580 milhões

A ronda Série D é liderada pela UC Investments, que faz aqui o primeiro investimento direto na Europa, e pela Baillie Gifford. Em agosto falava-se de 500 milhões de euros a uma avaliação de 5,5 mil milhões; fechou praticamente nesses termos.

A TEKEVER, a empresa de sistemas autónomos fundada em Portugal, fechou a primeira tranche de uma ronda Série D de 580 milhões de dólares, que avalia o negócio em 6,4 mil milhões. É a própria empresa que confirma os números, com a UC Investments (o fundo da Universidade da Califórnia, que faz aqui o seu primeiro investimento direto na Europa) e a gestora escocesa Baillie Gifford à cabeça da operação.

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Cartaz oficial da Lisbon AI Week, com as datas 21 a 27 de setembro de 2026
Tecnologia 24 de setembro de 2026

Metade das visitas do Observador chegava pelo Google. Esse tráfego está a encolher

Na Lisbon AI Week, o diretor-geral do Observador, Rudolf Gruner, contou que cerca de metade das visitas do jornal vinha de ferramentas da Google e que essa fatia está a cair com as respostas diretas da IA. A homepage, que valia mais de 60% das páginas vistas em 2014, está hoje abaixo dos 20%.

A Lisbon AI Week está a decorrer em Lisboa até domingo, com dezenas de eventos espalhados pela cidade, de hackathons a debates sobre criatividade, saúde e segurança. Num deles, dedicado ao impacto da inteligência artificial nos media, um diretor de jornal fez aquilo que os painéis sobre IA raramente fazem: pôs os números da própria casa em cima da mesa. Rudolf Gruner, diretor-geral do Observador, contou que cerca de metade das visitas do jornal chegava…

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Campus de centros de dados da DATA4 em Alcobendas, na área metropolitana de Madrid, visto da rua, com os edifícios brancos e os portões de acesso
Tecnologia 22 de setembro de 2026

Porque é que Espanha travou os centros de dados? Já tinha dado o triplo da rede que previa para 2030

O projeto de real decreto espanhol exige que 80% do consumo de um centro de dados seja coberto hora a hora por renováveis novas. O setor fala em nove mil milhões de euros em risco e aponta Portugal como destino alternativo. O motivo está no próprio documento: Madrid já concedeu cerca de 12 GW de acesso à rede.

A versão curta que circulou esta semana é simples: Espanha apertou as regras dos centros de dados e o setor ameaça mudar-se para Portugal. A versão longa está no documento que ninguém abriu, e é bastante mais interessante. O Ministério para a Transição Ecológica espanhol pôs em audiência pública um projeto de real decreto que impõe requisitos de sustentabilidade energética, ambiental e de soberania digital às instalações acima de 1 MW. O prazo para…

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Um Pixel 11 Pro Fold aberto a mostrar a tradução de língua gestual americana para texto no ecrã, com a etiqueta American Sign Language acima da frase traduzida
Tecnologia 20 de setembro de 2026

Já se sabe que língua gestual o Pixel 11 percebe (e não é a portuguesa)

A função de gestos para texto que a Google pôs no centro da apresentação lê língua gestual americana e escreve inglês. Um mês depois da estreia portuguesa, a lista de línguas das restantes funções de Gemini continua por publicar.

A pergunta ficou no ar em agosto, quando o Pixel 11 chegou às lojas portuguesas. A inteligência artificial que ocupa toda a apresentação fala português? Para uma das funções há finalmente resposta, e é mais estreita do que o anúncio deixava supor. A tradução de gestos para texto, apresentada como um dos grandes trunfos de acessibilidade da gama, lê língua gestual americana e escreve inglês. Não é uma limitação temporária de mercado à espera de um…

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Imagem de abertura da investigação da Hacktron AI intitulada Hacking OpenAI
Tecnologia 19 de setembro de 2026

Três investigadores chegaram ao código interno da OpenAI em menos de 72 horas

A OpenAI fechou a porta catorze horas depois de receber o aviso e pagou 6.500 dólares. O número que interessa a quem gere um site em Portugal é outro: a campanha inteira, que também apontou à Slack e à Meta, custou menos de três mil dólares em tokens.

A história que correu o mundo esta semana tem um título fácil: uma equipa usou um modelo da Anthropic para entrar na OpenAI. É verdade e está documentada, mas o detalhe que devia preocupar quem gere um site em Portugal está enterrado a meio do relatório. Comecemos pelo que aconteceu. A 25 de julho, três investigadores de uma empresa de segurança chamada Hacktron AI chegaram a contas de funcionários da OpenAI e, através delas, a um repositório de código…

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Estação de carregamento ultrarrápido da Zunder junto à A8, nas Caldas da Rainha, com cobertura fotovoltaica sobre os carregadores
Tecnologia 18 de setembro de 2026

A A8 ganhou 12 pontos de carregamento rápido. Dois deles dão para um camião

A estação da Zunder abriu a 11 de setembro na saída 19 da A8, nas Caldas da Rainha, com potência até 400 kW e cobertura fotovoltaica. A zona desenhada para pesados é a parte nova: em Portugal, um camião elétrico não tinha onde carregar a meio de uma viagem.

Quem conduz um carro elétrico entre Lisboa e o Porto já não pensa muito no assunto. Quem conduz um camião elétrico pensa em pouco mais do que isso, porque até agora não havia, em Portugal, um sítio público onde parar a meio do caminho e voltar a encher a bateria de um veículo pesado. A estação que a espanhola Zunder abriu a 11 de setembro nas Caldas da Rainha é a primeira a resolver esse problema, ainda que em pequena escala. Fica na saída 19 da A8, junto…

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O foguetão Vega-C a levantar da plataforma em Kourou, na Guiana Francesa, de noite, com os satélites FLEX e Sentinel-3C a bordo
Tecnologia 17 de setembro de 2026

Um satélite europeu está a medir o brilho que as plantas devolvem (e é por aí que a seca se vê primeiro)

O FLEX foi lançado a 15 de setembro num Vega-C, a partir de Kourou, e é o primeiro satélite feito de propósito para medir fotossíntese. Orbita a 814 quilómetros, tem três anos e meio de vida útil e volta ao mesmo ponto a cada 27 dias.

Uma planta em stress não muda de cor no dia em que deixa de estar bem. Primeiro abranda por dentro, e só semanas depois a folha o denuncia. Foi para apanhar essa primeira fase que a Agência Espacial Europeia pôs um satélite em órbita esta semana. Chama-se FLEX e foi lançado a 15 de setembro num Vega-C, a partir de Kourou, na Guiana Francesa, no voo VV30. Subiu acompanhado: o Copernicus Sentinel-3C viajou no mesmo foguetão, em cima do adaptador, e foi…

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Descodificador de televisão da MEO, com a marca visível na frente do equipamento
Tecnologia 16 de setembro de 2026

A MEO já disse o que foi. Agora tem um calendário legal para cumprir

A operadora confirmou que as três quebras da noite de segunda para terça foram um ataque distribuído de negação de serviço, sem intrusão em dados. O regime da cibersegurança que entrou em vigor em abril transforma isso numa sequência de prazos: 24 horas, 72 horas e um relatório final em 30 dias úteis.

As quebras que deixaram clientes da MEO sem internet e sem televisão em três janelas da mesma noite não foram uma avaria. A análise técnica da própria operadora aponta para um ataque distribuído de negação de serviço — um DDoS — dirigido à sua infraestrutura, com volumes de tráfego altos o suficiente para congestionar a rede e degradá-la temporariamente. A MEO foi específica em dois pontos. Não houve intrusão nem acesso a dados, nem da empresa nem dos…

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Dario Amodei sentado em palco, de camisa azul e microfone de lapela, a gesticular com as duas mãos durante uma conferência
Tecnologia 13 de setembro de 2026

Os três maiores rivais da IA concordaram em abrandar (e Trump discordou no dia seguinte)

Dario Amodei publicou no sábado um ensaio a pedir que a indústria trave o ritmo, com um plano em três passos. Sam Altman e Elon Musk alinharam em horas. No domingo, o Presidente dos EUA chamou forças negativas a quem faz esse pedido.

No sábado, o presidente executivo da Anthropic publicou um ensaio de cerca de 3.800 palavras a defender que a indústria da inteligência artificial deve abrandar deliberadamente o ritmo a que melhora as capacidades dos seus modelos. Em poucas horas, dois concorrentes que raramente concordam com ele em alguma coisa disseram que sim. O texto chama-se We Must Pace the Frontier e está publicado no site pessoal de Dario Amodei. Propõe três passos. O primeiro é…

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Gráfico da repartição dos acessos de banda larga fixa em Portugal por velocidade no segundo trimestre de 2026
Tecnologia 11 de setembro de 2026

Quase metade da internet fixa em Portugal já anda a 1 Gbps. Pela primeira vez, é o escalão maior

No fecho do segundo trimestre de 2026 havia 4,9 milhões de acessos de banda larga fixa. Os de 1 Gbps ou mais passaram os de 100 Mbps a 1 Gbps, uma troca de lugares inédita.

Aconteceu uma coisa discreta nas contas trimestrais da ANACOM. No fim de junho, os acessos de internet fixa com 1 Gbps ou mais representavam 47,4% do total, e os que ficam entre os 100 Mbps e 1 Gbps, 46,9%. É a primeira vez que o escalão de topo passa à frente. Durante anos foi a fatia pequena; agora é a maior. Portugal fechou o segundo trimestre com 4,9 milhões de acessos de banda larga fixa, mais 102 mil do que no mesmo período do ano anterior, um…

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Um foguetão Ariane 6 a descolar da base de Kourou, envolto em fumo branco e chama alaranjada, entre as torres da rampa de lançamento
Tecnologia 11 de setembro de 2026

A Amazon encomendou mais seis voos ao Ariane 6 e o total sobe para 24

O contrato entre a Amazon Leo e a Arianespace passa de 18 para 24 lançamentos até 2031, com os novos voos a arrancarem em 2029 na versão Ariane 64. Já foram colocados 100 satélites em órbita em três missões este ano.

A Amazon encomendou mais seis lançamentos à Arianespace, elevando de 18 para 24 o número total de voos Ariane 6 contratados para pôr em órbita a sua constelação Amazon Leo. Os novos voos começam em 2029, na versão de maior capacidade, o Ariane 64, e o programa estende-se até 2031. É o maior contrato comercial da história da Arianespace, e a Amazon Leo é hoje o seu maior cliente isolado. Isso diz alguma coisa sobre onde está o dinheiro no espaço europeu…

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Gráfico de barras com as compensações diárias previstas no Regulamento 38/2025: 23 euros por dia de interrupção, 23 euros por dia de portabilidade indevida e 3 euros por dia de atraso
Tecnologia 10 de setembro de 2026

Mudou de operadora e ficou sem internet? A ANACOM quer aplicar-lhe a regra dos 23 euros por dia

O regulador tem em consulta pública, até sexta-feira, um regulamento que passa a mudança de operador de internet para as mãos da nova empresa e traz consigo um tecto de compensação de 5.750 euros. O número não é novo.

Toda a gente já ouviu a história, ou viveu-a. Assina com uma operadora nova, marcam-lhe a instalação, e depois há uma semana em que a linha antiga já morreu e a nova ainda não nasceu. Ninguém assume a culpa, porque são duas empresas a apontar uma para a outra, e o cliente fica no meio a trabalhar com dados do telemóvel. É esse buraco que a ANACOM está a tentar tapar. O regulador tem em consulta pública um projeto de regulamento sobre a mudança de empresa…

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Panorâmica aérea do centro de lançamento de Andøya, no norte da Noruega, com as instalações junto à praia e a montanha atrás
Tecnologia 8 de setembro de 2026

Este foguetão alemão pôs cinco satélites em órbita a partir da Noruega (e Santa Maria ficou a ver)

O Spectrum, da Isar Aerospace, descolou de Andøya a 5 de setembro e chegou à órbita cerca de sete minutos depois, no primeiro voo orbital de um lançador privado a partir do continente europeu. O porto espacial dos Açores tem licença e ainda não tem voo.

A Europa passou anos a dizer que precisava de lançar por si própria. No sábado passou a poder dizê-lo no passado. O Spectrum, da alemã Isar Aerospace, descolou de Andøya, no norte da Noruega, e chegou à órbita cerca de sete minutos depois, colocando lá as suas cargas. Era o segundo voo do lançador e o primeiro a levar satélites: cinco CubeSats e uma experiência científica não separável. É o primeiro voo orbital concluído por um lançador desenvolvido por…

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